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Sobre a USP
Praça do Relógio

A Praça do Relógio foi construída em 1971. Reinaugurada em Setembro de 1997, depois de uma reforma avaliada em R$ 1,2 milhão, paga pela iniciativa privada, a praça foi reurbanizada de acordo com um projeto paisagístico elaborado por professores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e do Instituto de Biociências. Esse projeto criou, nos 176 mil metros quadrados do local (equivalente a 18 quarteirões urbanos), os seis ecossistemas vegetais predominantes no Estado de São Paulo. Num dos lados da praça, junto à avenida Professor Luciano Gualberto, por exemplo, foram plantadas 4 mil mudas de 60 espécies típicas da Mata Atlântica, como jatobá, jequitibá, pau-brasil e cedro-rosa. Ao longo da praça distribuem-se ainda espécies vegetais da mata araucária, restinga, campo rupestre, cerrado e mata semidecídua. Painéis explicativos expostos em vários locais dão mais informações sobre os ecossistemas.

Na praça:

Mata atlântica
4.000 mudas de 60 espécies, entre paus-brasil, jequitibás, angicos-brancos, perobas-rosas, jatobás, palmitos, cedros-rosas, paus-ferros e canelas

Mata descídua
700 mudas de 20 espécies, entre paineiras, cássias, paus d´alho, araribás, amendoíns-do-campo e perobas-rosas.

Mata araucária
1.310 mudas de 60 espécies, entre podocarpos, bracatingas, cabreúvas, paus-marfim, aroeiras e maçarandubas.

Restinga
1.700 mudas de 15 espécies, entre eugênias, clusia, rheedia e ipoméias.

Cerrado
300 mudas de 9 espécies, entre angicos, paus-mulatos, ipês-cascudos, sucupiras-brancas e farinhas-secas.

Campo Rupestre
1.000 mudas de 15 espécies, entre vellozia, dychia, encholirium, lavoisiera e pleurostina.

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